Ao anoitecer estávamos as gargalhadas; pela manhã tudo mudava e tudo que fez rir, se fazia motivo de brigas, transformando-se num grandioso conto de terror que retornava para nós como facas afiadas. As refeições geralmente eram assim, um ambiente sibilante e incerto, onde mal se digeria a comida, logo após tê-la engolido quase inteira.
Perdia-se a fome.
30 de novembro de 2008
20 de novembro de 2008
19 de novembro de 2008
15 de novembro de 2008
Não uso drogas tão pesadas quanto as suas...
Vocês que vêm de mansinho; sempre em bando; como peças do mesmo quebra-cabeça; Sussurram ao pé do ouvido – “drogados, marginais”.
Vocês que conhecem tudo da moda e da mídia, olhando por cima de todo esse status, toda essa High Society . Não perdem as novidades; São todos Hype.
Na verdade não fazem idéia do que esta acontecendo aqui, além dos seus cabrestos. Vocês os engraçadinhos e puxa-sacos; sem sacos próprios.
Cabeças – ocas, capachos; cheios de brilho e sedução.
Opiniões genéricas.
Não bancam a própria cara; caras- de - pau.
Das drogas que vocês consomem eu não chego perto. Essa hipocrisia viciante, essa falsidade inebriante... Dessa idéia de poder que lhes entorpece, eu não experimento, sou careta; viro minha dose. Esse falso moralismo de vocês pra mim é droga pesada, não me atrai. Minha nuvem de fumaça, minha dose de álcool jamais vão me deteriorar tanto!