Se for pra sofrer
sofrer sozinha
divivir a dor
é sempre não sofrer por inteiro
e deixar dor pra depois.
9 de fevereiro de 2011
poema bobinho matinal
Bate bate coração, bate boca, gira peão.
O mundo é um peão. O mundo é um moinho não é não?
De qualquer jeito ele gira, e já esta na terceira volta; quem sabe na quarta ele para de girar. Quantas resmas de papel terei escrito até lá?
E em uma resma, quantos sonhos cabem? E quantas verdades?
O desenho ocupa mais espaço que as palavras; a menos que sejam letras garrafais,
mas quem diz mais?
Numa garrafa cabem muitas palavras,e quando a garrafa esvazia, elas saem todas de lá, e a gente se abraça.
Como descrever eu, você o amor, o tamanho das coisas? Tudo tem contra-resposta e seu ‘se’.
Se eu escrevesse um dicionário, todo mês ele seria editado, afinal como descrever tudo igual hoje e daqui a 23 dias?
Meu coração nem cabe no bojo do meu sutiã.
O mundo é um peão. O mundo é um moinho não é não?
De qualquer jeito ele gira, e já esta na terceira volta; quem sabe na quarta ele para de girar. Quantas resmas de papel terei escrito até lá?
E em uma resma, quantos sonhos cabem? E quantas verdades?
O desenho ocupa mais espaço que as palavras; a menos que sejam letras garrafais,
mas quem diz mais?
Numa garrafa cabem muitas palavras,e quando a garrafa esvazia, elas saem todas de lá, e a gente se abraça.
Como descrever eu, você o amor, o tamanho das coisas? Tudo tem contra-resposta e seu ‘se’.
Se eu escrevesse um dicionário, todo mês ele seria editado, afinal como descrever tudo igual hoje e daqui a 23 dias?
Meu coração nem cabe no bojo do meu sutiã.
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