1 de junho de 2011

o rio já não é o mesmo

tudo que escrevo, as vezes foge de mim, parece ter saído de qualquer outro lugar mas não daqui, não de mim. e na leitura seguinte, nos meses seguintes, já não me pertence,não é meu, tomou vida e forma própria. Adeus palavras viajantes.

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Sai dessa pira que não te pertence.