Na escola, nós, depositários de conhecimento parco, aparentemente adquirimos o conhecimento necessário para a vida parcelado
As soluções não estão aí. Estão na falta do brilho questionador , que não está nos olhos dos alunos, na falta de imaginação , na burrice mecânica que se alastra como praga, na corrente férrea da ignorância.
Os livros são esquecidos, A boa musica ainda mais, a arte nem é cogitada. Mas seria pedir demais, quando existem atrativos como a musica eletrônica e a televisão de má qualidade, não é?
Entrando somente nas portas já abertas, nas escadas terminadas no caminhoi reto; e esse caminho reto nos leva ao mesmo poço onde estão aqueles que mastigaram e não digeriram. Que comeram a comida que lhes foi dada.
E no fim os que viam as curvas dos caminho, os que tinham aquele brilho nos olhos, o perdem para a massa, o perdem entre a socialização da comodidade e a crucificação da mudança.
Deixamos de Existir a cada pranto ineficaz e a cada grito inaudível . Passamos a nos tornar vermes de olhar fosco, esperando por ser pisoteados.
28 de março de 2008
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