11 de agosto de 2008

Meu querido

A voz trêmula do outro lado me arrancava lágrimas. Era como se aquelas pausas soluçantes quisessem unir-se num mesmo choro de dor e lamento, onde toda a angústia e tristeza pudesse derramar-se entre as mãos entrelaçadas e o abraço apertado, fluindo e limpando cada pedaçinho que dói, em mim, em você; em nós.

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